Diplopterys lutea: Conheça o “Cipó de Ouro”

Tempo de leitura: 1 minuto

A Diplopterys lutea, popularmente conhecida como “Cipó de ouro” ou “Cipó-cururu”, é uma planta fascinante que se espalha por grande parte do Brasil. Ela pode ser encontrada em biomas diversos, como a Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal.

Essa planta tem uma forma de vida que a classifica tanto como um arbusto quanto como uma trepadeira (liana), o que a torna bastante versátil no ambiente em que vive.

Como identificar a Diplopterys lutea?

Diferenciar a Diplopterys lutea de outras plantas da mesma família pode ser um desafio, mas algumas características a tornam única. O que mais a distingue é a ausência de elaióforos no cálice. Elaióforos são glândulas que produzem óleo e que muitas plantas da família Malpighiaceae possuem.

Além disso, procure por estes sinais:

Pétalas com uma margem desfiada (fimbriada) e uma mancha vermelha na pétala de trás.

Um fruto especial chamado mericarp que tem duas grandes asas laterais, que o ajudam a se espalhar.

Detalhes sobre a planta

Para os interessados em botânica, aqui estão alguns detalhes sobre a Diplopterys lutea:

Folhas: Quando a planta floresce, as folhas caem. Elas têm um formato oval ou redondo, com a base arredondada, e são finas (membranáceas). Possuem pequenas glândulas perto da borda.

Flores: Elas crescem em cachos em forma de guarda-chuva (umbela). A flor tem pétalas com as bordas irregulares e um pouco rasgadas.

Frutos: O fruto tem seis “asas” laterais que saem do mericarp, a parte que contém a semente.

A beleza e a capacidade de adaptação da Diplopterys lutea a tantos ecossistemas a tornam uma espécie notável e importante para a biodiversidade brasileira.

Assista a este conteúdo em vídeo no meu canal no Youtube clicando aqui.

Referências:

FLORA E FUNGA DO BRASIL

Leia também:

Conheça 10 Flores e Plantas do Cerrado Que Florescem no Outono

Centaurea benedicta, Cardo Santo Meu Quintal