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A Diplopterys lutea, popularmente conhecida como “Cipó de ouro” ou “Cipó-cururu”, é uma planta fascinante que se espalha por grande parte do Brasil. Ela pode ser encontrada em biomas diversos, como a Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal.
Essa planta tem uma forma de vida que a classifica tanto como um arbusto quanto como uma trepadeira (liana), o que a torna bastante versátil no ambiente em que vive.
Como identificar a Diplopterys lutea?
Diferenciar a Diplopterys lutea de outras plantas da mesma família pode ser um desafio, mas algumas características a tornam única. O que mais a distingue é a ausência de elaióforos no cálice. Elaióforos são glândulas que produzem óleo e que muitas plantas da família Malpighiaceae possuem.
Além disso, procure por estes sinais:
Pétalas com uma margem desfiada (fimbriada) e uma mancha vermelha na pétala de trás.
Um fruto especial chamado mericarp que tem duas grandes asas laterais, que o ajudam a se espalhar.
Detalhes sobre a planta
Para os interessados em botânica, aqui estão alguns detalhes sobre a Diplopterys lutea:
Folhas: Quando a planta floresce, as folhas caem. Elas têm um formato oval ou redondo, com a base arredondada, e são finas (membranáceas). Possuem pequenas glândulas perto da borda.
Flores: Elas crescem em cachos em forma de guarda-chuva (umbela). A flor tem pétalas com as bordas irregulares e um pouco rasgadas.
Frutos: O fruto tem seis “asas” laterais que saem do mericarp, a parte que contém a semente.
A beleza e a capacidade de adaptação da Diplopterys lutea a tantos ecossistemas a tornam uma espécie notável e importante para a biodiversidade brasileira.
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Referências:
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