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A classificação taxonômica oficial de Chresta curumbensis (Philipson) H.Rob. segue a estrutura sistemática da família Asteraceae:
- Reino: Plantae
- Divisão (Phylum): Tracheophyta (Plantas vasculares)
- Classe: Magnoliopsida (Eudicotiledôneas)
- Ordem: Asterales
- Família: Asteraceae (Compositae)
- Subfamília: Vernonioideae
- Tribo: Vernonieae
- Subtribo: Chrestinae
- Gênero: Chresta Vell.
- Espécie: Chresta curumbensis (Philipson) H.Rob.
Habitat Específico no Cerrado
Chresta curumbensis é uma espécie adaptada a micro-habitats abertos e de solo raso endêmica do Cerrado brasileiro:
- Fitofisionomias Preferenciais: Ocorre predominantemente em Campo Rupestre (áreas de vegetação sobre afloramentos rochosos em altitudes mais elevadas), Campo Sujo e Campo Limpo.
- Substrato e Solo: Desenvolve-se em solos litólicos (rasos, com baixa retenção de água e alta quantidade de cascalho ou rocha exposta) e arenosos bem drenados, ricos em minerais de quartzo e ferro.
- Distribuição Geográfica: Endêmica da região Central do Brasil, com registros concentrados principalmente no estado de Goiás e no Distrito Federal (frequentemente associada ao Planalto Central e formações serranas como a Chapada dos Veadeiros e Serra Dourada).
- Condições Ambientais: Adaptada a alta radiação solar direta, grandes variações térmicas diárias e a períodos prolongados de seca sazonal, contando com um sistema radicular/xilopódio subterrâneo que permite a sobrevivência e o rebrotamento após eventos de queimadas naturais.
Encontrei essa espécie em Ceilândia – DF, em 11 de outubro de 2026. Ela é uma das plantas que surgem logo após um incêndio florestal.